Autoridades financeiras das 21 economias da APEC alertaram que desequilíbrios persistentes podem comprometer crescimento e estabilidade no Pacífico.
O comunicado após dois dias em Hong Kong chamou o reequilíbrio de interesse comum que exige cooperação contínua.
O texto não prescreveu medidas, mantendo divergências sobre ajustes em demanda, poupança e acesso a mercados.
A atenção recai sobre o superávit chinês, que pode superar o recorde de US$1,2 trilhão registrado em 2025.
Tensões geopolíticas e cadeias frágeis também foram citadas como riscos que ampliam desequilíbrios e interrompem investimentos.
A China disse que seu comércio com a APEC cresceu 24% em nove meses, puxado por elétricos, baterias e alta tecnologia.
O ministro Lan Fo'an pediu maior coordenação, mas não apresentou prazo para transformar o apelo em ação coletiva.
O debate segue para a cúpula de Shenzhen, onde Donald Trump e Xi Jinping devem se reunir paralelamente.



