O Tesouro dos EUA propôs ampliar a análise de investimentos americanos de alta tecnologia na China, Rússia, Irã, Cuba e Coreia do Norte.
A política se baseia numa ordem de 2023 que restringiu capital destinado a semicondutores, computação quântica e inteligência artificial na China.
O Congresso transformou e ampliou o programa em lei em dezembro de 2025, incluindo mais tecnologias e países de preocupação.
A proposta acrescentaria sistemas hipersônicos, supercomputação e biotecnologia, mantendo controles sobre inteligência artificial estratégica.
As regras atingiriam investimentos cobertos acima de US$50 mil, excluindo muitas operações financeiras comuns, como compra de ações negociadas.
Defensores dizem que o capital acelera capacidades militares tanto quanto a transferência tecnológica e por isso exige avaliação de segurança.
Empresas e consultores teriam obrigações maiores para verificar propriedade, exposição tecnológica e o enquadramento de cada transação.
Pequim rejeitou a iniciativa como uso excessivo da segurança nacional que discrimina países e prejudica a cooperação comercial legítima.



