Indonésia e China concordaram em ampliar a cooperação de defesa e reforçar a segurança alimentar e energética durante encontros ministeriais em Jacarta. A Indonésia apresentou a expansão como compatível com sua política externa não alinhada.
Sugiono e Wang Yi discutiram acesso para produtos indonésios, processamento de minerais, inteligência artificial, indústrias avançadas e satélites de comunicação conjuntos. A agenda une segurança estratégica e modernização econômica.
Os ministros Sjafrie Sjamsoeddin e Dong Jun apoiaram mais exercícios Heping Garuda. Os governos também planejam uma fábrica de munições na Indonésia para produzir mísseis e foguetes com transferência tecnológica chinesa a partir de 2027.
O comércio bilateral chegou a cerca de US$ 167 bilhões em 2025, tornando a China o maior parceiro comercial indonésio. Investimentos chineses apoiaram projetos ferroviários e solares, embora preços e prazos tenham gerado disputas.
Jacarta equilibra a cooperação com Pequim e parcerias com outras potências. Os acordos ampliam o papel chinês na produção militar e infraestrutura crítica, deixando financiamento, execução e proteção tecnológica para futuras negociações.



